Uma ação conjunta em Campo Grande retirou aproximadamente 800 remédios emagrecedores ilícitos de circulação entre segunda (2) e quarta-feira (4). Com três dias de operação, estima-se que o valor chegue a R$ 1 milhão em produtos.
A força-tarefa inclui Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Correios, CRF/MS (Conselho Regional de Farmácia) e Vigilância Sanitária da SES/MS (Secretaria de Estado de Saúde). Na ocasião, a fiscalização encontrou canetas e ampolas de retatrutida e tizerpatida das marcas TG e Lipoless.
Conforme Matheus Pirolo, gerente do Sistema Estadual de Vigilância Sanitária, os medicamentos geram riscos e embalagens sofisticadas tendem a “ludibriar” o consumidor.
“O Retatrutida não é reconhecido oficialmente em nenhum país do mundo e é vendido no mercado clandestino como se fosse originário de países sérios, como Alemanha ou Reino Unido, o que não é verdade”, destaca.
Assim, devido à origem duvidosa e ausência de qualquer controle sanitário ou rastreabilidade, TG e Lipoless não possuem reconhecimento de agências internacionais sérias. Além disso, já houve casos de consumidores afetados por efeitos adversos graves.


