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Chefe de grupo de tráfico ligado ao PCC é preso durante operação em MS

Apontado como chefe de uma associação criminosa ligada ao PCC (Primeiro Comando da Capital), um homem de 30 anos foi preso durante operação contra o tráfico de drogas em Aparecida do Taboado. Segundo a Polícia Civil, outros dois integrantes da organização criminosa também foram presos durante a ação.

A operação foi realizada nesta terça-feira (6), mas divulgada apenas na tarde desta quarta-feira (7). A ação foi desencadeada a partir de investigações realizadas pelo SIG (Setor de Investigações Gerais).

Conforme informado pela polícia, a operação é um aprofundamento de uma investigação que ganhou força após a prisão em flagrante de um jovem de 24 anos, apontado como integrante da organização. A prisão ocorreu poucos dias antes da ação.

A partir dessa prisão, os investigadores identificaram outros integrantes, locais utilizados para o armazenamento das drogas e a dinâmica do grupo.

“O trabalho investigativo permitiu chegar a diferentes pontos relacionados aos investigados e identificar uma estrutura utilizada para guardar, transportar e distribuir os entorpecentes”, pontua a nota.

Entre os presos está um homem de 30 anos, apontado como chefe da associação criminosa e um dos principais fornecedores de drogas em Aparecida do Taboado. Conforme detalhado pela polícia, entre os entorpecentes que ele distribuía estão skunk, haxixe e crack. Segundo as investigações, ele também seria integrante do PCC.

O cumprimento de outro mandado de busca tinha como alvo um jovem de 26 anos. Na casa onde ele estava, foram encontrados tabletes de haxixe do tipo “dry”. Novos elementos encontrados levaram as equipes a outro endereço, onde foram apreendidos 2,1 quilos de cocaína, além de uma porção de crack. Um jovem de 19 anos também foi preso após ser localizado no trabalho.

Durante a operação, os policiais descobriram que o chefe da organização teria trocado de veículo recentemente.

“Segundo os levantamentos realizados, a mudança poderia estar relacionada à tentativa de dificultar o acompanhamento de sua movimentação e de reduzir sua vinculação com os fatos investigados”, informa a nota.

Segundo a Polícia Civil, as investigações continuam com a intenção de identificar outros envolvidos e esclarecer a origem e o destino dos entorpecentes.

 

Matéria: Campo Grande News

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