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Policiais civis presos em operação da PF por contrabando perdem cargos de chefia em MS

Os investigadores Célio Rodrigues Monteiro e Edivaldo Quevedo da Fonseca, presos durante Operação Iscariotes, deflagrada pela PF (Polícia Federal) e Receita Federal, foram dispensados da Polícia Civil. A operação cumpriu mandados contra um policial militar da reserva e três policiais rodoviários federais aposentados, além dos policiais civis.

Deflagrada na quarta-feira (18), a operação mirou um grupo criminoso especializado na importação fraudulenta de eletrônicos recrutava policiais para distribuição das mercadorias.

Preso na Delegacia de Polícia Civil de Sidrolândia, Célio, o “Manga Rosa”, foi dispensado do Quadro da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública, da função de confiança de chefe de seção da unidade.

Quevedo, que atuava na 5ª Delegacia de Polícia Civil de Campo Grande e foi preso em casa durante a operação, também foi dispensado da função de confiança de chefe de seção.

A dispensa dos policiais civis, que recebiam salário de R$ 14 mil, foi publicada no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (20) e assinada pelo Delegado-geral da Polícia Civil, Lupérsio Degerone Lucio.

Comércios do Camelódromo de Campo Grande também foram alvos da operação da PF. (Madu Livramento, Midiamax)

Operação Iscariotes

Em Mato Grosso do Sul, as equipes cumpriram mandados em Campo Grande e Dourados, sendo alguns nas delegacias e em residências de policiais. Em Minas Gerais, estado que recebia os eletrônicos contrabandeados, são alvos os municípios de Belo Horizonte, Vespasiano e Montes Claros.

Além dos policiais, uma empresa da mesma família teve quatro lojas interditadas dentro do Camelódromo de Campo Grande, na manhã desta quarta-feira (18).

A organização criminosa é especializada na importação fraudulenta de grande quantidade de eletrônicos de alto valor agregado. Os eletrônicos eram importados sem documentação fiscal e sem a regularização dos órgãos de controle aduaneiro.

Após ingressarem com os produtos no Brasil, os criminosos distribuíam os eletrônicos, muitos fracionados, escondidos em cargas lícitas, para Campo Grande e outras cidades do país, especialmente em Minas Gerais. A organização criminosa usava veículos adaptados com compartimentos ocultos para facilitar o transporte e a distribuição dos eletrônicos.

Fonte: Jornal Midiamax
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